domingo, 19 de fevereiro de 2012

Amor incondicional

É fácil amar quando as coisas vão bem. Mas como amar o filho que insiste em seguir um caminho que já sabemos onde vai dar, de muito sofrimento? Falar e falar e falar não adianta se a pessoa não quer ouvir. Isso só fará com que o canal de comunicação entre os pais e o filho fique prejudicado. Como então amar e continuar amando? Amar com a alma, acreditar na educação que demos, curar e tratar das feridas que surjam, estar sempre lá disponível para o que quer que o filho precise e também para comemorar qualquer vitória ainda que pequena.
É desse modo que Deus nos tratou quando logo após a criação resolvemos seguir nosso próprio caminho. Ele manteve sua luz, seu amor sempre disponível e num modo a podermos alcançá-la. Basta para isso fazermos a nossa parte do processo o que significa resistirmos aos desejos de receber somente para nós mesmos o que inclui expulsarmos nosso ego e compartilhar com os outros o que temos.
Quando nossos filhos são bebes usamos o termo "criar filhos", porque temos uma tarefa de moldá-los, de ensiná-los o caminho em que devem andar. Mas, depois que estão "criados" é a vez deles realizarem o próprio trabalho e de conquistarem por eles mesmos um lugar neste mundo e também no mundo da Luz.  Vamos continuar a amá-los, mas agora de longe, torcendo para que façam as escolhas corretas, mas se fizerem as erradas vamos estar lá demonstrando nosso amor pelo exemplo.
Mas o que tudo isso tem a ver com a Física?
Nosso corpo é feito de partículas atômicas e subatômicas. É evidente que nossa personalidade, nossa consciência, nossa alma está de algum modo relacionada com essas partículas ou não seríamos nós neste mundo. A ciência ainda não descobriu o modo como nossa alma se liga à matéria, mas não podemos de forma alguma nos cegar ao fato de que somos mais do que apenas uma matéria pulsante. Somos matéria pensante. O pensamento, a consciência permeia nossos átomos e a eles se ligam. Podemos controlar a matéria, criar a realidade que queremos. Isso tudo é difícil de comprovar com as ferramentas atuais usadas pela ciência. Mas cada vez mais os cientistas estão se aproximando do mundo espiritual à medida em que desvendam os segredos da composição da matéria. Estão prestes a descobrir uma partícula sub atômica que batizaram de "particula de Deus". Não precisamos esperar que um cientista venha nos dizer o que já está escrito há mais de dois mil anos no livro básico da Kabbalah, o Zohar.
Mais sobre a Kabbalah pode ser encontrado neste site:
http://www.kabbalahcentre.com.br

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Eu testei. Faça o teste você também!


Testar, fazer experiências tem tudo a ver com a Física. Sabemos que essa é uma das ferramentais mais importantes para a comprovação de conceitos e teorias elaboradas pelos Físicos teóricos. Após elaborarem a teoria, é comum buscarem fenômenos que possam comprová-la. Assim também deve ser nas outras áreas da nossa vida. Em 2001 comecei a estudar a Kabbalah (ou Cabala) por ler o livro O Poder da Cabala. Comprei o livro mais por curiosidade e também porque queria encontrar um rumo melhor sobre a origem do Universo e o objetivo da vida na Terra e não tinha conseguido encontrar isso nas várias religiões que conheci. 

Logo no início da leitura algo me chamou muito a atenção. O livro dizia: "...a intenção deste livro não é de pregar, mas de humildemente ensinar! Por este motivo, não aceite estas lições cegamente. Tem que haver resultados tangíveis em sua experiência direta. Quando isso acontecer, você sentirá a verdade da Cabala em seu corpo e em sua alma, e virá a conhecer a sabedoria dos mestres em seu coração." Que coisa maravilhosa pensei. Não é como aquela fé cega que espera por uma recompensa futura se fizer tudo certo. E sabemos o quanto é difícil fazer tudo certo! Aqui não é assim. Faça o teste em sua vida agora e comprove!
A leitura toda me ensinou muitas coisas, entre elas a importância de resistir aos impulsos de "receber só para si mesmo" que é o gatilho que dispara a escuridão nas nossas vidas. E a importância de compartilhar e amar as pessoas.
Vou contar aqui a primeira experiência que tive logo ao começar a aplicar os ensinamentos. Devia ser maio ou julho de 2001. Meu irmão ia viajar para fora do país e meu pai ia levá-lo ao aeroporto em São Paulo. O vôo partia às 10 horas e assim meu pai deveria regressar de madrugada. Nessa ocasião fazia três anos que minha mãe havia falecido e meu pai morava com meu irmão e minha irmã caçula que nessa época tinha 19 anos e eu tinha 41. Alguns dias antes, minha irmã se indispôs comigo pois eu, na qualidade de irmã mais velha, lhe chamei a atenção por algumas atitudes que ela vinha tomando em relação ao meu pai. Ela não gostou e discutiu muito comigo me insultou e disse que eu não devia mais ir lá e nem falar com ela.
Naquele dia meu pai me pediu que eu ficasse na casa dele para fazer companhia a ela, pois  ele ficou preocupado de deixá-la sozinha. Aceitei e então um pouco antes do meu pai sair eu cheguei com meu filho de 7 anos  e coloquei o meu carro dentro da garagem. Percebi que havia um rapaz um pouco mais adiante da casa mas não me importei. Achei que fosse algum morador dali. Logo que entrei meu pai e meu irmão saíram e eu fiquei um pouco na frente da casa observando a rua. Vi quando a vizinha da minha mãe voltou da igreja e ficou conversando com outra pessoa na frente da sua casa.
Entrei e ouvi minha irmã tossindo muito. Fui até o quarto e perguntei o que estava acontecendo e ela me disse que não era nada e que queria apenas ficar sozinha e dormir.
Sai do quarto e fiquei na cozinha e a ouvia continuar tossindo e tossindo. Comecei a lembrar de como minha mãe nos tratava quando estávamos doentes. Ela sempre fazia uma gemada ou um chá de ervas, que eram ótimos. Nos sentíamos acolhidos e amados. Senti pena da minha irmã não ter mais a nossa mãe com ela e pensei: - poxa, eu podia lhe fazer o xarope que minha mãe fazia. Lembrei dos ensinamentos da Cabala que havia lido a respeito de compartilhar e amar e assim decidi deixar as diferenças de lado e preparar-lhe o xarope. Minha mãe costumava usar uma erva chamada "puejo" (não sei se esse é o nome científico, mas foi isso que sempre ouvi). A vizinha costumava ter sempre essa erva, então resolvi ir até a sacada da casa para ver se a vizinha ainda estava lá conversando. Era uma noite fria e estava muito escuro, pois as luzes da rua haviam sido desativadas em função do apagão que assolava o país na ocasião. Quando me debrucei no muro para olhar, dei de cara com seis rapazes, dois deles já estavam com capuz e prontos para invadir a casa, certamente para roubar e talvez nos aterrorizar. Quando me viram se esconderam e foram desarticulados. Entrei imediatamente, chamei minha irmã e juntas começamos a tomar as providências necessárias. Telefonamos para a polícia pedindo uma ronda para a rua e ficamos acordadas e trancamos todas as portas e janelas e deixamos as luzes de fora acesas. 
Desde essa ocasião não me lembro de ter brigado outra vez com essa minha irmã. Somos como mãe e filha. Eu a amo muito e sei que ela também me ama. Isso foi para mim uma prova de que ao colocarmos em prática o que aprendemos no sentido de transformarmos o nosso modo de agir para cumprir o objetivo da nossa vida, os resultados sempre aparecem.
Nesses longos anos tive várias outras experiências e provas de que a aplicação desses ensinamentos funcionam, mas não vou comentá-las aqui agora. Houve também a contrapartida, coisas ruins que me aconteceram por eu não ter agido da forma como deveria.
Enfim, meu incentivo a todos que duvidam de que é possível atingirmos a plenitude ainda nesta vida é: teste, realmente funciona! Não aceite o que está escrito cegamente. Experimente!

A figura que coloquei acima é a capa do livro na edição de 2001. A edição mais atual desse livro está muito compacta e interessante e disponível no link: http://www.kabbalahcentre.com.br/kabbalah-cabala/jovem-consciente.html

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Quando os semelhantes se atraem e os opostos se repelem?

Na Física clássica e também no nosso cotidiano é comum pensarmos na ideia de opostos se atraindo e semelhantes se repelindo. Isso se dá especialmente devido aos fenômenos observados na atração e repulsão de imãs e de corpos eletricamente carregados.
Entretanto, quando penetramos na essência da matéria, na sua composição básica, o que vemos é uma lei inversa a essa: os semelhantes se atraem e os opostos se repelem. No núcleo do átomo vemos os prótons que possuem cargas positivas ficarem unidos e os elétrons que possuem carga inversa ao próton ficarem afastados na região chamada de eletrosfera. Como é possível isso? A ciência atribui essa capacidade de semelhantes ficarem unidos no núcleo a outras partículas denominadas "partículas mediadoras" ou "bósons mediadores". Podemos imaginar dois prótons trocando essas partículas como nessa ilustração. Eles compartilham a bola. Uma passa para o outro mas os dois mantém essa troca e isso faz com que eles permaneçam unidos. Dentro dos prótons existem os quarks que também trocam um bóson mediador chamado de gluon e assim permanecem unidos ou "colados" conforme o significado da palavra gluon em inglês.
Os bósons são partículas com spin inteiro e que determinam o quinto estado da matéria também conhecido como condensado de Bose-Einstein (nome dado em homenagens aos cientistas que o previram no início do século passado). O livro "Do que tudo é feito" de Gil da Costa Marques - edUSP, define "esse novo estado é o mais ordenado possível, tem entropia zero e consequentemente a matéria nesse estado exibe propriedades distintas da matéria dos demais estados. Entre eles, a propriedade da superfluidez. O flúido associado a esse condensado se desloca sem viscosidade." É interessante que nesse estado as partículas ferem o que é chamado de "Princípio de Exclusão de Pauli" no qual cada partícula pode ocupar apenas um lugar no espaço. No condensado de Bose-Einstein as partículas se unem e passam a ter o que é chamado de mesmo estado quântico.
Que legal professora, mas o que isso tudo tem a ver comigo? No que isso me ajuda no meu dia a dia?
Que bom que você perguntou isso. Isso tem a ver com a possibilidade de exercermos o controle da mente sobre a matéria. A ciência se limita a explicar o mecanismo por trás das partículas e subpartículas atômicas, deixando a consciência de fora. Entretanto, a consciência está presente no nossa vida, no nosso mundo em todos os níveis, mesmo no subatômico. Conforme eu já comentei em posts anteriores, a Kabbalah conecta a física à Deus. Um livro muito interessante que explica esse controle da mente sobre a matéria de nome "Nano - Tecnologia da Mente sobre a Materia" - Do Kabalista Rav Berg, expressa muito bem isso: "Tudo, da arte à literatura, da ciência à tecnologia, todas as manifestações físicas emergentes de todos os campos da atividade humana começam primeiro com uma ideia. Uma ideia ou pensamento são definidos como partes do domínio da consciência. O mesmo princípio também é válido para átomos, prótons e elétrons. Eles são apenas manifestações da consciência. A consciência é o único fio que tece toda a criação."
E onde está Deus em tudo isso?
O livro menciona que "de acordo com a Kabbalah se continuarmos a dividir as partículas subatômicas até chegarmos finalmente à Fonte Suprema, alcançaremos um mundo infinito e brilhante de energia pura e luminosa, uma dimensão sem fim de consciência impressionante, divina, radiante, infinitamente mais autêntica que a nossa realidade física.
Olhar para dentro a fim de encontrar a felicidade não é apenas uma abstrata pérola da sabedoria. É tecnologia pura e simples. O Deus que cada um procura, a suprema verdade que todos nós procuramos reside literalmente no espaço interno da realidade..... A ciência encontrou o elétron, mas não encontrou sua essência - a consciência - muito embora ela esteja encarando a ciência bem de frente."
Agora uma pergunta chave: Como nós podemos penetrar nesse "espaço interno da realidade" e encontrar Deus?
Só existe uma maneira como menciona o livro: " emular a consciência de Deus e as ações de Deus, o que significa compartilhar e amar incondicionalmente." Isso é o que as partículas no núcleo do átomo estão nos dizendo. Semelhante atrai semelhante. Se nos tornamos semelhantes a Deus vamos atrair suas qualidades cada vez mais. Nesse nível de consciência podemos conciliar o mundo físico fazendo os opostos se repelirem e então vamos expulsar o caos, o sofrimento, a escuridão, as doenças e todas as coisas ruins, atraindo as coisas boas, os opostos dessas coisas para as nossas vidas.
O livro ainda enfatiza que o único meio de fazermos esse contato com o Deus interior é por remover o abismo existente entre Deus e o mundo físico o que significa renunciar aos interesses próprios e abraçar a ausência do egoismo. É importante reconhecer que temos um adversário que tenta nos impedir de agir assim, que é uma energia negativa que infla nossos egos ou nos coloca a ideia que não somos capazes de realizar tudo isso. Tenhamos em mente que cada ato de compartilhar nos aproxima de Deus. Resistir ao comportamento motivado pelo interesse próprio reconhecendo-o como uma das artimanhas de nosso adversário, nos transformará de reativos em proativos compartilhando em vez de querer receber tudo para si mesmo. Esse é o caminho para Deus. E isso está impresso na consciência até mesmo no nível subatômico.
Link para o livro mencionado "Nano - Tecnologia da Mente sobre a Matéria"
http://loja.kabbalahcentre.com.br/index.php/nano-tecnologia-da-mente-sobre-a-materia.html

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

E o fim do mundo? Será em 2012?

Do ponto de vista científico podemos dizer que não há nenhuma evidência que o mundo vá acabar em 2012. A previsão da ciência, baseada na teoria da evolução estelar, é que o Sol esgotará o hidrogênio em seu núcleo em aproximadamente 4,5 bilhões de anos (é muito tempo não é?) e então seu núcleo se contrairá ficando mais denso e quente. Essa maior produção de energia causa expansão de suas camadas externas e ele se torna uma Gigante Vermelha com raio que poderá ultrapassar a órbita de Venus e da Terra (adeus vida na Terra!).

Então não há nenhuma razão para pensarmos no fim do mundo tão cedo, não é professora?

Não é bem assim. Em primeiro lugar seria interessante avaliarmos o que pode significar esse fim do mundo. Será que é algo bom ou ruim? Sempre que se fala em fim do mundo logo vem à mente aquelas imagens de destruição, tudo ruindo e não sobrando nada. Mas será esse o fim da nossa civilização? Ou será que podemos olhar para o fim do mundo sob uma nova perspectiva? O fim do mundo não necessariamente significa destruição, mas muito pelo contrário, pode significar uma nova era de paz para a Terra. O que me faz ver desse modo é o que aprendi relacionado ao fim do mundo e início de um outro conforme ensinado no Zohar, o livro básico onde se aprende a espiritualidade pura. O Zohar é um livro que utiliza uma linguagem codificada. Ali, o fim do mundo está associado ao início de um outro por meio da vinda do  que é descrito como o Messias. Interessante que esse Messias não se trata de uma pessoa física e sim de um estado de conciência global. Assim, depende de nós e não de um salvador celestial dar início a essa transformação. Se ficarmos sentados de braços cruzados esperando, nada acontecerá. Se, entretanto, aproveitarmos a oportunidade de superar nosso ego, então podemos acelerar o fim deste velho mundo e a chegada de um novo, de uma nova consciência global. Mas, o que significará para a Terra essa nova consciência global? Depende do estado de consciência pelo qual optarmos.  Poder escolher no que vamos acreditar é nossa grande dádiva mas é também nosso maior desafio.  Nós criamos o mundo que habitamos através do nosso estado de consciência e do nosso sistema de crenças pessoais. Se acreditamos que não há ordem e justiça no Universo, então o caos e a injustiça se tornarão a nossa realidade. Sim, estaremos miseravelmente certos.
Se, por outro lado, sobrepujarmos esses pensamentos negativos reconhecendo-os como fluxos separados e distintos da consciência negativa que nos testa e desafia,  então começamos a fazer separação entre a ilusão e a realidade e assim teremos o controle do nosso destino. Resumindo, o fim do mundo está aqui. Sempre esteve. A existência imortal e o paraíso nunca nos deixaram. Nós é que abandonamos o paraíso por acreditar que ele não mais existia e assim ele simplesmente....desapareceu! E por que fizemos isso? Justamente por nossa opção pois, melhor do que receber é criar um paraíso. Portanto, o ponto vital é: nossas mentes possuem o poder de colocar um fim ao mundo que conhecemos - um mundo fruto da nossa consciência negativa - e dar início a um novo mundo, agora! Mas isso não é feito com base na nossa capacidade intelectual mas por cultivarmos um estado de pureza.


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Você é ateu ou à toa?

Espera professora, agora você está exagerando! Eu tinha entendido que este era um site de Física e vem me falar de religião? Tô fora! Eu sou ateu! Não acredito em Deus e em nada que essas religiões pregam. Só vejo hipocrisia!
Meu querido ou querida aluna, não mude de página, por favor! Eu vou explicar.
Primeiro vamos consultar o dicionário e ver o significado da palavra ateu: segundo o Aurélio, ateu é aquele que não crê em Deus. Isso é perfeitamente compreensível se considerarmos que no mundo de hoje, existe muita confusão sobre quem é Deus e sua forma de agir. Mas, gostaria que raciocinasse nas seguintes perguntas:
·        Será que devemos descartar a existência de Deus só porque a imagem que chegou até nós veio toda deturpada?
·        Como podemos explicar razoavelmente a existência do Universo sem incluir um criador?
·        Será que a ciência consegue fazer isso?
Entendemos, portanto, que o ateu é alguém que ainda não encontrou uma resposta satisfatória às perguntas acima e assume a negação de Deus como consequência.
É isso mesmo professora. Entendeu direitinho porque sou ateu. Mas por que você disse para não ser à toa? O que se quer dizer com isso?
À toa é alguém que não faz nada e pode também se tornar inconsequente. O que quero enfatizar aqui é que alguém pode ainda não ter encontrado uma explicação plausível para o surgimento do universo e do mundo como conhecemos, mas nem por isso deixa de continuar na busca de um entendimento satisfatório do assunto. Ele não se acomoda à sua ignorância, mas entende que deve haver uma explicação para o surgimento do universo, da vida e que isso nos afeta e jamais cessa sua busca até encontrar essa explicação.
Um local legal para encontrar respostas pode ser aqui:

Tudo de bom!


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Como é possível gostar de estudar Física?


Outro dia um aluno me fez essa pergunta. Outros perguntam para que esse conhecimento serve? A resposta clássica é: a Física nos ajuda a entender como as coisas funcionam. Em seguida vem aquela que atinge o pobre aluno como uma bomba: Cai no vestibular, no SARESP, no ENEM.  Como não é minha intenção aqui escrever textos muito longos, pois sei que muitos de vocês não curtem esse tipo de leitura, vou tentar sintetizar ao máximo, explicando a vocês o que me faz gostar de Física e acreditem sou uma pessoa normal. Não estou aqui me expressando como puramente cientista pois a ciência ainda se abstém desse assunto e nesse âmbito minha resposta é aquela de cima. Minha resposta aqui é dada à nível pessoal, a fim de que vocês possam conhecer um pouco melhor a professora de Física de vocês.  A Física me ajuda a chegar a Deus. Espera aí, como assim professora? A ciência e Deus não foram sempre opositores ferrenhos? Isso é verdade até o momento que tive contato e algum entendimento de dois assuntos, a saber: a Física Quântica e a Cabala. O primeiro, a Física Quântica, vocês aprenderão em algum momento do Ensino Médio e podem também ler outro assunto deste blog ou mesmo pesquisar em livros de Física, mas o segundo, a Cabala é um ensinamento puro da espiritualidade, que vai além do apego a uma seita ou religião e que nos explica o porquê estamos aqui e como podemos retornar ao nosso estado de plenitude que nos conecta ao Todo Poderoso. Como mencionei,  a Física Quântica faz parte do Currículo do Estado e será abordada na escola, mas, infelizmente, a Cabala não. Por isso,  tocar nesse assunto na sala de aula  não vai rolar. Mas terei imenso prazer de conversar sobre isso fora dali, por meio deste blog ou do facebook ou ainda melhor: quem quiser conhecer o assunto pode acessar o site da Kabbalah Centre no Brasil (http://www.kabbalahcentre.com.br/kabbalah-cabala/jovem-consciente.html) que explica tudo direitinho e foi onde eu mesma obtive o conhecimento que me ajudou a conectar Deus e a Ciência e também me ajudou a entender como acessar esse nível superior. Eles estão numa campanha de distribuição do livro O Poder da Kabbalah (ou Cabala) gratuitamente para os jovens que quiserem. Eles cobram apenas a taxa de correio (podemos juntar vários num pedido só para baratear custos se quiserem). Leiam. Eu li, achei todo o sentido da vida ali. Vocês terão o entendimento que pode ajudá-los a serem mais felizes, conscientes e plenos.
Ah, o site tem outro livro muito interessante que estou louca para ler e o farei o mais breve possível que se intitula "Nano" e trata justamente dessa visão da Cabala e da Física Quântica.
Numa próxima mensagem vou falar sobre o fim do mundo em 2012 já que sei que vários de vocês irão me perguntar sobre isso quando se iniciarem as aulas. Mas até lá quem quiser pode ler mais sobre isso neste blog:
http://www.kabbalahcentre.com.br/kabbalah-cabala/jovem-consciente.html

domingo, 7 de novembro de 2010

Do que somos feitos?

Essa é uma pergunta que passa sempre pela nossa mente e já passou pelas maiores mentes que já viveram nesta terra e eles felizmente foram atrás da resposta e descobriram muitas coisas que nem sequer podemos imaginar se apenas olharmos para nossa pele. Não é nenhum mistério nos nossos dias falarmos em átomos. Já faz pelo menos uns 100 anos que essa idéia passou a ser aceita como a melhor explicação para a composição da matéria. O que mudou desde que a idéia de átomo surgiu até os nossos dias é a maneira como esse "átomo" (que deveria ser a menor parte da matéria) se apresenta. Ele já foi uma partícula sólida, depois um pudim de passas, depois um modelo parecido a um sistema planetário com um núcleo central e elétrons orbitando à sua volta. Esse modelo persiste até os nossos dias, entretanto o que seria inicialmente a divisão desse átomo em prótons, neutrons e elétrons mudou muito. Apenas o elétron continua sendo uma partícula elementar, básica. Mas os prótons e os neutrons são compostos de outras partículas, chamadas quarks. As pesquisas no LHC visam estudar melhor os quarks, visto que eles nunca foram detectados sozinhos. Eles estão sempre combinados em outras partículas maiores e ficam confinados no núcleo do átomo. O mapa a seguir apresenta de modo conceitual uma visão das partículas elementares conforme se apresentam hoje.
Clique na imagem para ampliá-la!


Um livro muito interessante que detalha melhor o assunto é: Do que tudo é feito? Gil da Costa Marques - EdUSP